Uma das primeiras formações da banda, com Caio Eduardo Teixeira na guitarra.

É praticamente impossível falarmos da Scream Weaver sem adentrarmos um pouco na história de vida do baixista e compositor da banda, Eloisio Michalski Abreu. Desde sua adolescência, quando começou a se interessar por música e aprender um instrumento, o jovem rapaz já tinha em sua cabeça a ideia de que queria formar uma banda para tocar músicas autorais, muito inspirado pelos baixistas Steve Harris, Geddy Lee e Geezer Butler. Porém, foi apenas em 2015 que a coisa toda ganhou forma; Eloisio começou a procurar músicos para fazer parte do projeto que já tinha nome e algumas canções já escritas. A primeira formação da banda foi um power-trio, contando com Eloisio nos baixos e vocais, Lucas Rezende na guitarra e Kauã Chiapinni na bateria. Essa formação inicial acabou não durando muito, pois os músicos tinham dificuldades para se encontrar e ensaiar, o que acabou levando o projeto a entrar em um hiato. Em 2016, com o falecimento de sua mãe, o compositor sente a necessidade de trazer a banda de volta à ativa e levar o projeto adiante.

 

Em junho do mesmo ano, Caio Eduardo Teixeira entra no projeto, como guitarrista e cantor, ambos começam a ensaiar no porão da casa do baixista (que também estava cantando) e a Scream Weaver começa a dar seus primeiros passos. Dois meses depois, Henrique Pinho é convidado para entrar na banda, assumindo as baquetas; o baterista fazia parte do ciclo de amigos dos outros dois companheiros e assim a banda voltou para o formato power-trio. Com poucos ensaios, os três rapazes perceberam que precisavam de um cantor para assumir as vozes principais do conjunto, pois nenhum dos 3 estava conseguindo dar conta de tocar seus respectivos instrumentos e cantar as canções ao mesmo tempo. Com isso, Vinícius Gonçalves é convidado para fazer parte da banda e assim a primeira formação concisa da Scream Weaver foi fechada.

 

De 2016 até 2019 a Scream Weaver gravou algumas de suas canções autorais, começando com o single, Reaper Ripped Apart (2017), o single Tenets e depois o EP experimental, Nevermore (2019) – culminando com a saída do guitarrista, Caio Eduardo Teixeira, por diferenças musicais e outros motivos. Nessa fase, a banda passou por diversas mudanças de formação, contando com a participação de Pedro Cordoeira nas guitarras para um show, Ricardo Calmona (amigo e fã) no contrabaixo para outro, enquanto Eloisio tocava as guitarras; e a breve estadia de Gabriel Amendola em 2020 – tendo gravado o single, Give me a Chance e a Okami Sessions – um compilado de músicas ao vivo no estúdio, Mamute Records (local onde a banda ensaia e realiza suas gravações).

Vale ressaltar que durante esse período de transição de diversos guitarristas pela banda, o projeto ganhou um corpo mais profissional, contando com a chegada do amigo e fã, Fernando Ramos – que cuida da direção de arte e produção de capas da banda, assim como o site; e Ricky Lins – produtor e engenheiro de som. Essa parceira vem se mostrado cada vez mais firme e vem solidificando a imagem, som e profissionalismo do conjunto.

 

Durante o ano de 2020 a banda entrou em um hiato de shows, devido a Pandemia gerada pelo COVID-19. Nesse período o grupo optou por lançar músicas acústicas inéditas, mantendo uma periodicidade mensal – dessa forma a Scream Weaver continuou alimentando seu público com novidades de forma segura e isolada, devido às praticidades de gravações caseiras. De abril de 2020 até janeiro de 2021, foram lançados diversos singles, entre eles Come Around, Hollow, Spinning Roundabout, Drowning, Soldier Of Death, By Mud e, para surpresa de todos, um single elétrico, Cathartic Catastrophe – essa música foi uma das que seriam gravadas em conjunto de Give me a Chance e entre outras em 2020.

 

No começo de 2021, Gabriel Amendola deixa a banda às vésperas do lançamento do EP, Brainstorm. Este, que por sua vez acabou sendo finalizado em modelo power-trio, contando com Eloisio no contrabaixo e guitarra – os rapazes optaram por seguir esse caminho para que não ficassem sem lançar novas canções e, assim mantendo o projeto aquecido e em movimento. É em abril do mesmo ano que Erick Eller é convidado para assumir as guitarras da Scream Weaver e a banda finalmente volta para seu formato quarteto.

 

Atualmente, a Scream Weaver se encontra em fase de pré-produção de um novo EP, adentrando um novo momento. A banda está a todo o vapor e pronta para entregar um material novo e com uma pegada mais madura, misturando a atmosfera dos EPs anteriores, com canções inéditas e uma nova cara para o projeto como um todo!